Soluções log
Usabilidade e Acessibilidade
A log, através da sua área de Usabilidade e Acessibilidade realiza vários tipos de testes de usabilidade e acessibilidade e desenvolveu uma metodologia própria (USELOG) que permite, de forma eficaz, obter resultados
Usabilidade
Usabilidade é uma característica daquilo que é utilizável, funcional. É tornar a relação entre uma ferramenta e o seu utilizador o mais agradável e fácil possível. Para que uma determinada ferramenta seja eficiente, deve permitir aos seus utilizadores que cumpram as suas tarefas da melhor forma possível. O mesmo princípio se aplica a computadores, websites e qualquer software aplicacional. Para que estes sistemas funcionem, os seus utilizadores devem conseguir utilizá-los eficazmente.
A usabilidade é por isso um factor a considerar quando se trata de colocar a informação certa, para o utilizador certo, no local e na hora certa. A log, com os seus especialistas em usabilidade e arquitectura de informação, ajuda-o a cumprir esta tarefa!
O que torna um sistema usável?
A usabilidade depende de um conjunto de factores, entre os quais se as funcionalidades disponibilizadas e os resultados apresentados correspondem às expectativas dos utilizadores.
Podemos aprender a desenhar melhores interfaces se aprendermos os princípios e linhas mestras da navegabilidade e do design, mas mesmo o mais talentoso designer só poderá criar um sistema altamente usável se se envolver num processo de obtenção de informação junto das pessoas que efectivamente usam o sistema.
A usabilidade é uma característica de um sistema que o torna fácil de aprender, fácil de usar, fácil de lembrar, agradável ao utilizar e tolerante a erros.
Porque é importante a usabilidade?
Na perspectiva do utilizador, a usabilidade é importante porque pode fazer a diferença entre executar bem uma tarefa ou não, e gostar do processo ou não.
Na perspectiva de quem desenvolve o sistema, a usabilidade é importante porque pode determinar a diferença entre o sucesso e o fracasso de uma aplicação.
Na perspectiva do consumidor, condiciona inequivocamente o processo de compra, quer no processo de escolha quer no processo de encomenda, determinando se o consumidor compra ou não.
Do ponto de vista do gestor, qualquer software com fraca usabilidade pode reduzir a produtividade da equipa de trabalho, por vezes mais até do que se não tivesse o sistema.
Em todos os casos, a falta de usabilidade pode custar tempo, esforço e dinheiro, e pode determinar em grande parte o sucesso ou fracasso de um sistema.
Havendo escolha, as pessoas tenderão a comprar sistemas que são mais usáveis (user-friendly).
Acessibilidade
A acessibilidade da Internet caracteriza-se pela flexibilidade da informação e interacção relativamente ao respectivo suporte de apresentação. Esta flexibilidade permite a sua utilização por pessoas com necessidades especiais, bem como a utilização em diferentes ambientes e situações, e através de vários equipamentos ou navegadores.
Desta forma, a acessibilidade de um website não pode ser vista apenas como sendo acessível a pessoas com incapacidades.
O conceito de acessibilidade significa acesso universal, independentemente da plataforma, equipamento, navegador ou incapacidade do utilizador. A Internet deve ser acessível a todos.
Como se analisa a acessibilidade de um sistema?
A acessibilidade de um sistema pode ser verificada de forma automática ou manual, sendo que a verificação manual irá sempre complementar os dados da verificação automática.
A verificação automática permite identificar rapidamente um conjunto de aspectos que podem tornar um sistema inacessível. No entanto, numa verificação automática existem alguns aspectos que são difíceis ou até impossíveis de identificar, tais como o contraste das cores, os títulos dos documentos, o texto das hiperligações, a navegação usando o teclado ou o uso de um leitor de ecrã, etc… A verificação destes e outros aspectos terá que ser efectuada através de uma análise manual do sistema usando um conjunto de regras e ferramentas para o efeito.
Benefícios da Acessibilidade
Actualmente, a maioria dos Websites e aplicações Web têm barreiras de acessibilidade que dificultam ou impossibilitam a utilização dos mesmos por parte de muitas pessoas com necessidades especiais. À medida que ficam disponíveis mais Websites e aplicações acessíveis, as pessoas com necessidades especiais conseguem utilizar e contribuir para a Web de forma mais eficaz.
A acessibilidade Web também beneficia pessoas sem incapacidades. Por exemplo, um princípio chave da acessibilidade Web consiste em conceber Websites e aplicações flexíveis de modo a corresponder a diferentes situações, preferências e necessidades dos utilizadores.
Em determinadas condições, esta flexibilidade também beneficia pessoas sem incapacidades, como, por exemplo, pessoas com uma ligação lenta à Internet, pessoas com “incapacidades temporárias” como um braço partido e pessoas com capacidades em mudança devido ao envelhecimento.
Ao desenvolver um sistema acessível, estamos a aumentar a percentagem da população que o poderá utilizar, e, dessa forma, ter uma maior fatia do mercado.
Oferta e serviços log
O ponto-chave para maximizar a usabilidade é aplicar um método iterativo de avaliação de desempenho desde os primeiros passos do desenho da solução. Durante o desenvolvimento da mesma, é importante ter em conta os vários aspectos da acessibilidade de modo a que o sistema seja acessível a todos os utilizadores, independentemente da plataforma e/ou deficiência.
Sendo assim, a log dispõe de um conjunto de serviços de usabilidade e acessibilidade e uma metodologia própria (USELOG) que permitirão efectuar com sucesso análises e estudos de usabilidade, análises manuais e automáticas de acessibilidade bem como a concepção de sistemas usáveis e acessíveis de raíz.
Testes com Utilizadores
Um dos principais métodos para avaliar a usabilidade de um sistema é testá-lo com utilizadores reais. Desta forma identificam-se as principais dificuldades sentidas durante a interacção e são registados os pontos críticos e os tempos de conclusão das tarefas.
A grande vantagem desta técnica é que se fica a perceber todo o processo mental do utilizador ao efectuar várias tarefas no sistema. O comportamento dos utilizadores pode ser observado e comparado com os outros utilizadores que realizam a mesma tarefa. Ao conhecer o modelo mental dos utilizadores, pode-se utilizar esse conhecimento para melhorar o sistema e torná-lo mais intuitivo, da forma como os utilizadores esperam que funcione.
Avaliações Subjectivas
A avaliação subjectiva permite saber como é que os utilizadores se sentem em relação a um determinado sistema, ou seja, permite medir a sua satisfação.
A satisfação do utilizador é provavelmente o factor mais importante para influenciar as suas decisões em relação à aprovação ou não do sistema (outros factores importantes são o preço, tecnologia e a lealdade à marca). Uma fraca satisfação pode levar a queixas dos utilizadores, mesmo que sejam por vezes infundadas.
A avaliação subjectiva complementa os dados recolhidos das análises de eficácia e eficiência.
Avaliações Heurísticas
Uma análise heurística é uma avaliação de usabilidade realizada por um perito seguindo um conjunto de regras ou princípios pré-estabelecidos.
Durante a sessão de avaliação, o especialista em usabilidade navega pelo interface várias vezes e inspecciona os vários elementos de diálogo comparando-os com a lista de princípios de usabilidade (as heurísticas). Estas heurísticas são regras gerais que descrevem as propriedades mais comuns de uma interface usável. Além dos elementos existentes nesta lista, o avaliador pode também considerar alguns princípios adicionais de usabilidade caso seja necessário ou relevante para algum elemento específico do interface.
Este é um método mais rápido e barato do que os testes com utilizadores e permite encontrar cerca de 90% dos problemas de usabilidade do sistema.
Arquitectura de Informação
A Arquitectura de Informação é a forma como estão organizados os conteúdos num sistema. Através de técnicas como o Card Sorting e o Brainstorming é possível identificar a melhor organização dos conteúdos de forma a serem facilmente encontrados pelos utilizadores.
A log desenvolve a arquitetura da informação do seu website ou sistema tendo em vista as seguintes preocupações:
- Definir o conteúdo do website ou sistema e determinar o seu grau de importância;
- Organizar o website ou sistema através de níveis hierárquicos, de modo a garantir a sua manutenção e evolução;
- Analisar os processos do website e definir o sistema de navegação, permitindo que as informações procuradas sejam facilmente localizadas;
- Definir a nomenclatura da interface, utilizando a linguagem do utilizador.
Prototipagem e Desenho de Aplicações
A concepção de protótipos permite testar antecipadamente as funcionalidades de um sistema, mesmo antes deste entrar em fase de produção. Desta forma é possível identificar possíveis falhas e efectuar correcções de forma rápida e simples poupando assim o trabalho de efectuar correcções numa fase posterior em que os custos serão muito mais elevados.
Análise de Acessibilidade
Esta avaliação tem por objectivo certificar que o sistema segue os padrões do W3C para acessibilidade (WAI) e é realizada através de uma verificação automática e uma verificação manual.
Esta análise produz um documento com indicação dos principais problemas de acessibilidade, o seu nível de gravidade/prioridade e como podem ser corrigidos.
Durante esta análise de acessibilidade, a log faz também a verificação do sintaxe (HTML, XML, XHTML, etc…), validação das folhas de estilos (CSS) e testes em vários navegadores e em várias plataformas e sistemas operativos diferentes.
Design Universal
O objectivo do design universal é o de simplificar o acesso à informação, fazendo com que os produtos e as comunicações sejam mais fáceis de utilizar por um número cada vez maior de pessoas, a um preço baixo e sem custos adicionais.
A log usa os seus conhecimentos e experiência para desenvolver web sites e sistemas com layouts acessíveis para o maior número de pessoas e plataformas.
Web Standards
As tecnologias criadas pelo World Wide Web Consortium (W3C) permitem projectar e desenvolver sistemas suportados pela maioria dos navegadores e dispositivos actuais, além de fornecer compatibilidade futura com a evolução dos mesmos.
A utilização da semântica no XHTML e a separação do design dos conteúdos permite reduzir os custos de produção e manutenção, enquanto torna o sistema mais acessível às pessoas com necessidades especiais.
Metodologia USELOG
A metodologia de usabilidade e acessibilidade USELOG tem como objectivo fornecer um conjunto de guidelines que devem ser seguidas em todos os projectos de usabilidade e/ou acessibilidade desenvolvidos pela log.
Esta metodologia está dividida em 5 fases:
- Planeamento;
- Requisitos;
- Design;
- Implementação;
- Validação.
Cada uma destas fases é composta por um conjunto de actividades, e cada actividade tem uma metodologia associada.
O desenvolvimento do design dos interfaces é essencialmente uma tarefa centrada nos factores humanos, e não na concepção do software em si, o que requer métodos e ferramentas diferentes daquelas que são usadas pelos programadores de software.
O ponto de vista da usabilidade centra-se essencialmente na perspectiva dos utilizadores sobre a própria interacção: como as tarefas são executadas, o que vê o utilizador quando interage com o computador, etc.
A metodologia de usabilidade e acessibilidade USELOG serve para fornecer os requisitos que o software deve ter, juntamente com um conjunto de regras e guias de estilo de modo a que o produto final seja simples, intuitivo e usável.
Aplicação de testes de usabilidade durante o processo de desenvolvimento
Durante todo o processo de desenvolvimento de uma aplicação, é feito um controlo de qualidade constante através de vários testes de usabilidade para assegurar que o produto final corresponde às necessidades dos utilizadores.

Este acompanhamento também permite prevenir possíveis erros nas fases de desenvolvimento e, com isso, poupar tempo e recursos em eventuais correcções no futuro.
Soluções
Contactos
- Geral: +351 21 330 42 20
- Sales: +351 21 330 42 18
- Fax: +351 21 330 42 19
- Informações Gerais: log [at] log.pt
- Sales & Marketing: sales [at] log.pt
- vCard

